"Nosso objetivo é levar a comunicação, cultura e buscar assuntos de relevância intelectual, as mudanças naturais, físicas, espirituais, e científicas que estão ocorrendo ao nosso redor, e poucos param para decifrar tais fenômenos. Muitos preferem a estagnação, e domínio da mídia pela hipnose global... Àqueles que não se sujeitam a nenhum dogma ou domínio, exceto a fé em Jesus Cristo, como único caminho para verdade e a vida: seja bem-vindo (a)!
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29 de setembro de 2014
A Comunicação Verbal e não-verbal
A Comunicação Verbal e não-verbal
A Comunicação é entendida como a transmissão de estímulos e respostas provocadas, através de um sistema completa ou parcialmente compartilhado. É todo o processo de transmissão e de troca de mensagens entre seres humanos.
Esquema da Comunicação de R. Jakobson:
| Contexto | ||
| Emissor | Mensagem | Receptor |
| Contacto | ||
| Código |
Para se estabelecer comunicação, tem de ocorrer um conjunto de de elementos constituídos por: um emissor (ou destinador), que produz e emite uma determinada mensagem, dirigida a um receptor (ou destinatário). Mas para que a comunicação se processe efectivamente entre estes dois elementos, deve a mensagem ser realmente recebida e descodificada pelo receptor, por isso é necessário que ambos estejam dentro do mesmo contexto (devem ambos conhecer os referentes situacionais), devem utilizar um mesmo código (conjunto estruturado de signos) e estabelecerem um efectivo contacto através de um canal de comunicação. Se qualquer um destes elementos ou factores falhar, ocorre uma situação de ruído na comunicação, entendido como todo o fenómeno que perturba de alguma forma a transmissão da mensagem e a sua perfeita recepção ou descodificação por parte do receptor.
Elementos da Comunicação:
- Codificar: transformar, num código conhecido, a intenção da comunicação ou elaborar um sistema de signos;
- Descodificar: decifrar a mensagem, operação que depende do repertório (conjunto estruturado de informação) de cada pessoa;
- Feedback: corresponde à informação que o emissor consegue obter e pela qual sabe se a sua mensagem foi captada pelo receptor.
LINGUAGEM VERBAL: as dificuldades de comunicação ocorrem quando as palavras têm graus distintos de abstração e variedade de sentido. O significado das palavras não está nelas mesmas, mas nas pessoas (no repertório de cada um e que lhe permite decifrar e interpretar as palavras);
LINGUAGEM NÃO-VERBAL: as pessoas não se comunicam apenas por palavras. Os movimentos faciais e corporais, os gestos, os olhares, a entoação são também importantes: são os elementos não verbais da comunicação.
Os significados de determinados gestos e comportamentos variam muito de uma cultura para outra e de época para época.
A comunicação verbal é plenamente voluntária; o comportamento não-verbal pode ser uma reacção involuntária ou um acto comunicativo propositado.
Alguns psicólogos afirmam que os sinais não-verbais têm as funções específicas de regular e encadear as interacções sociais e de expressar emoções e etitudes interpessoais.
a) expressao facial: não é fácil avaliar as emoções de alguém apenas a partir da sua expressão fisionómica. Por vezes os rostos transmitem espontaneamente os sentimentos, mas muitas pessoas tentam inibir a expressão emocional.
b) movimento dos olhos: desempenha um papel muito importante na comunicação. Um olhar fixo pode ser entendido como prova de interesse, mas noutro contesto pode significar ameaça, provocação.
Desviar os olhos quando o emissor fala é uma atitude que tanto pode transmitir a ideia de submissão como a de desinteresse.
c) movimentos da cabeça: tendem a reforçar e sincronizar a emissão de mensagens.
d) postura e movimentos do corpo: os movimentos corporais podem fornecer pistas mais seguras do que a expressão facial para se detectar determinados estados emocionais. Por ex.: inferiores hierárquicos adoptam posturas atenciosas e mais rígidas do que os seus superiores, que tendem a mostrar-se descontraídos.
e) comportamentos não-verbais da voz: a entoação (qualidade, velocidade e ritmo da voz) revela-se importante no processo de comunicação. Uma voz calma geralmente transmite mensagens mais claras do que uma voz agitada.
f) a aparência: a aparência de uma pessoa reflecte normalmente o tipo de imagem que ela gostaria de passar. Através do vestuário, penteado, maquilhagem, apetrechos pessoais, postura, gestos, modo de falar, etc, as pessoas criam uma projecção de como são e de como gostariam de ser tratadas. As relações interpessoais serão menos tensas se a pessoa fornecer aos outros a sua projecção particular e se os outraos respeitarem essa projecção.
Conclusão: na interacção pessoal, tanto os elementos verbais como os não-verbais são importantes para que o processo de comunicação seja eficiente.
FONTE:http://campus20142.unimesvirtual.com.br/eduead/pluginfile.php/21352/mod_resource/content/3/Comunica%C3%A7%C3%A3o_verbal_naoverbal.htm acesso em 30/09/14 ás 00:33min.
FONTE:http://campus20142.unimesvirtual.com.br/eduead/pluginfile.php/21352/mod_resource/content/3/Comunica%C3%A7%C3%A3o_verbal_naoverbal.htm acesso em 30/09/14 ás 00:33min.
Como medir tudo o que há?
Como medir tudo o que há
As turmas do 1º ao 5º ano vão aprender a diferenciar peso, volume, área, comprimento e outras grandezas usadas no dia-a-dia
Thais Gurgel (novaescola@fvc.org.br)
MEDIDAS-PADRÃO - Para verificar volumes, as crianças manuseiam xícaras e diversos recipientes dosadores. Foto: Rogério Albuquerque e Ilustração: Carlo Giovani
Medir é comparar grandezas da mesma natureza. No ensino desses conteúdos há três objetivos principais. O primeiro é fazer com que as crianças saibam o que será mensurado: o peso de um objeto, a capacidade de um recipiente, o comprimento de um espaço ou o tempo. O passo seguinte é escolher o instrumento adequado a cada situação para, por último, decidir que unidade expressa o resultado. Para atingir essas metas, o processo de aprendizagem fica mais completo quando o trabalho é iniciado com a valorização e o uso de métodos não-usuais - na verdade, já utilizados pelas crianças em situações cotidianas.
"O raciocínio em cima de medidas não-convencionais ajuda a entender que, dependendo da situação-problema, às vezes há necessidade de uma resposta exata e, em outras, dá para resolver com uma aproximada", diz Célia Maria Carolino Pires, professora do Departamento de Matemática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e coordenadora dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (leia mais na entrevista).
Ladrilhos e copos
Isso significa que, antes de falar em litro, quilograma e metro, é imprescindível usar, por exemplo, ladrilhos para comparar comprimentos, copos para volumes, e palmas em música para quantificar o tempo. Métodos não-convencionais, aliás, foram a origem dos sistemas de medida (conheça mais no quadro). É possível desenvolver diversas atividades exploratórias. Alguns exemplos:
- Comparar o tamanho do passo de uma criança com o de outra ou com o de um adulto. Os alunos perceberão as diferenças, mas somente com a intervenção do professor conseguirão constatar que, quanto maior a unidade (o passo), menos unidades são necessárias para percorrer determinada distância. E vice-versa.
- Pensar diferentes organizações para as mesas da sala de aula sem deslocá-las. Ao estimar que o piso de um lado da sala tem 30 lajotas e que as carteiras ocupam quase três delas, fica fácil concluir que não se podem colocar dez mesas em uma só fileira (vai faltar espaço para circular).
- Determinar o tempo de cada um brincar no balanço antes de ceder a vez ao próximo recorrendo à contagem das "balançadas" ou a uma música ritmada.
- Descobrir o volume de uma piscina de plástico usando a unidade balde.
- Outro ponto importante é criar situações de comunicação em que seja necessário estabelecer um padrão para chegar à solução. Que tal encomendar a uma loja um pedaço de tecido para cobrir a mesa da professora? Dizer ao vendedor que o móvel mede quase cinco estojos de comprimento por três de largura não será suficiente para a compreensão do tamanho desejado.
Unidades padronizadas
Problemas de medida inter-relacionam o uso de números com questões de espaço e de forma
Nessa hora fica claro que é preciso partir para os padrões convencionados pela sociedade. Desde a Educação Infantil, as turmas que têm contato com calendários e relógios compreendem com mais facilidade como se dividem e se organizam as unidades de tempo (minutos, horas, dias, meses etc.). Também é interessante colocar as crianças em contato com balanças, trenas, copos dosadores etc. e ensinar a manipulá-los. Ao usar uma fita métrica para conhecer o comprimento, mostre a importância de coincidir a extremidade do objeto com o zero da fita, e não com o 1. Ou prestar atenção se o mostrador da balança se encontra no zero antes de pesar qualquer coisa.
A partir do 4º ano, os alunos são levados a compreender a organização dos sistemas de mensuração dos instrumentos - um trabalho que se aprofunda no 5º ano. Ao entender que mil gramas equivalem a 1 quilograma, que mil quilogramas são 1 tonelada e que mil mililitros, 1 litro, há a reflexão sobre a unidade mais conveniente para expressar o peso aproximado de um inseto ou de um caminhão. Afinal, repetir uma unidade mil vezes dá mais margem a erro. Cartazes com a tabela de equivalência do sistema métrico decimal (veja modelo abaixo) podem ficar disponíveis para consulta até o 5º ano.
As medidas e os racionais
Ilustração: Carlo Giovani
Problemas de cálculo de área e perímetro são trabalhados durante o Ensino Fundamenral em três áreas da Matemática: na geometria, no campo multiplicativo (nas atividades de organização retangular) e também em grandezas e medidas (com metros quadrados etc.). "A partir do 4º ano, pode-se iniciar a apuração de ângulos, passando a trabalhar no 5º ano com conceitos e cálculos mais sofisticados", afirma a consultora Priscila Monteiro. Só assim as grandezas e as unidades a elas relacionadas podem fazer sentido nessa etapa em que algumas fórmulas entram em cena.
Tabelas de conversão
Tabela mm, cm, m, km
Tabela de transformação
5 perguntas
Célia Maria Carolino Pires. Foto: Rogério Albuquerque
Esse é um conteúdo de relevância social, pois nos envolvemos diariamente com situações que envolvem mensurar tempo, temperatura, comprimento, massa, capacidade e grandezas geométricas como perímetro, área e volume. O tema também proporciona situações interessantes em que o professor consegue articular diversos campos matemáticos, como a aritmética, a geometria e a álgebra.
Qual é a importância de a criança experimentar unidades convencionais e não-convencionais?
Usando unidades informais, os estudantes perceberão que medir é comparar grandezas. Porém, com atividades bem elaboradas, eles notarão também que o uso social exige que haja uma padronização. É também uma possibilidade de identifi car as propriedades de objetos que possam ser medidos, escolher instrumentos e unidades e estabelecer comparações entre elas.
Que saberes específicos dessa área devem ser ensinados desde as séries iniciais?
A introdução desses conteúdos deve ser feita ainda na Educação Infantil. Ao longo de todo o Ensino Fundamental é possível planejar situaçõesproblema envolvendo medidas de comprimento, temperatura, capacidade, massa e tempo. Já as grandezas geométricas, como perímetro e área, se iniciam a partir do 4º ano, mas sempre com ênfase na compreensão, e não como mera aplicação de fórmulas.
Como lidar em sala de aula com os sistemas de medição para que eles tenham sentido para as crianças?
Organizando projetos nos quais se investiguem o uso e a história das medidas que fazem parte do dia-a-dia e planejando seqüências didáticas que permitam a apropriação do processo de medição e do uso dos instrumentos adequados. As propostas devem criar situações capazes de estabelecer relações entre as diversas grandezas e medidas com o uso de números naturais e racionais, além de estimular a prática de estimativas. Tudo isso contribui para a sistematização progressiva dos sistemas de medidas e das conversões entre diferentes unidades.
Em que aspecto o aprendizado sobre medidas ajuda na compreensão dos números racionais?
A articulação entre esse conteúdo e o sistema de numeração é necessária na medida em que problemas como cálculo da área de uma superfície relacionam dois pólos de concepções - as geométricas e as numéricas. As situações de aprendizagem em sala de aula devem estabelecer articulações entre esses pólos. A falta de articulação acaba levando a alguns erros que são observados com freqüência no decorrer do processo educativo: por vezes as crianças só consideram os aspectos numéricos, ou seja, as medidas de comprimento da figura.
A humanidade inventou várias maneiras de fazer medições, como as citadas neste quadro. Só no século 18 o sistema métrico decimal começou a ser elaborado. Até então se usava na França o pé-de-rei. Com a queda da monarquia naquele país, a Academia de Ciências de Paris sugeriu adotar uma referência invariável: a décima milionésima parte do comprimento de um quarto do meridiano terrestre. Depois de sete anos de estudos para conhecer a distância entre os pólos, o novo padrão recebeu o nome de sistema métrico decimal (do latim metru, medida). Utilizando correspondências físicas com outras grandezas, foram definidos o litro e o quilograma. Os territórios dominados pela Inglaterra, inimiga política da França, continuaram a usar pés, polegadas e libras, sistema baseado em medidas do corpo que não têm equivalência com o métrico decimal.
O CORPO COMO MEDIDA
Ilustração: Carlo Giovani
PADRÃO SAGRADO
Ilustração: Carlo Giovani
VALE QUANTO PESA
Ilustração: Carlo Giovani
ESPECIALISTA EM PASSOS
Ilustração: Carlo Giovani
GRÃO DO SAPATO
Ilustração: Carlo Giovani
Quer saber mais?
Tudo sobre Matemática do 1º ao 5º ano
1. Fundamentos
2. Números e Operações
3. Espaço e Forma
4. Grandezas e Medidas
5. Tratamento da Informação
AS DIFERENÇAS ENTRE LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA
AS DIFERENÇAS ENTRE LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA
Artigo por Colunista Portal - Educação - sexta-feira, 15 de junho de 2012
As diferenças entre Libras e Língua Portuguesa
Libras: é uma língua visual-espacial; baseada nas experiências visuais das comunidades surdas, mediante as interações culturais surdas; apresenta uma sintaxe espacial incluindo os chamados classificadores; utiliza a estrutura de foco por meio de repetições sistemáticas; utiliza as referências anafóricas por intermédio de pontos estabelecidos no espaço que exclui ambiguidades; não tem marcação de gênero; atribui um valor gramatical às expressões faciais; coisas que são ditas nas línguas de sinais não são ditas usando o mesmo tipo de construção gramatical da língua portuguesa. Assim, há vezes que uma grande frase é necessária para dizer poucas palavras em uma ou outra língua; a escrita não é alfabética.
Língua portuguesa: é uma língua oral-auditiva; baseada nos sons; usa uma sintaxe linear, utilizando a descrição para captar o uso de classificadores; este processo não é comum na Língua Portuguesa; utiliza referências anafóricas, mas algumas frases apresentam ambiguidade; o gênero é marcado a ponto de ser redundante; atribuir um valor gramatical às expressões faciais não é considerado como relevante, apesar de poder ser substituído pela prosódia; a escrita é alfabética.
No ensino comum, a Língua Portuguesa para surdos vem sendo ministrada inadequadamente, num contexto de metodologias que consideram o Português como língua materna, não considerando as especificidades do processo de ensino de uma língua oral-auditiva a um usuário de uma língua visual-espacial. Isso leva a um alto índice de fracasso.
Língua portuguesa: é uma língua oral-auditiva; baseada nos sons; usa uma sintaxe linear, utilizando a descrição para captar o uso de classificadores; este processo não é comum na Língua Portuguesa; utiliza referências anafóricas, mas algumas frases apresentam ambiguidade; o gênero é marcado a ponto de ser redundante; atribuir um valor gramatical às expressões faciais não é considerado como relevante, apesar de poder ser substituído pela prosódia; a escrita é alfabética.
No ensino comum, a Língua Portuguesa para surdos vem sendo ministrada inadequadamente, num contexto de metodologias que consideram o Português como língua materna, não considerando as especificidades do processo de ensino de uma língua oral-auditiva a um usuário de uma língua visual-espacial. Isso leva a um alto índice de fracasso.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/13504/as-diferencas-entre-libras-e-lingua-portuguesa#ixzz3EjkUjToS
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