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24 de setembro de 2014

QUER APRENDER INGLÊS EM POUCO TEMPO?



  1. Em aula, fale!  Você acha que vai aprender um idioma só ouvindo e prestando atenção?  Não vai. É como aprender a dirigir: vai ter de se expor, só teoria não resolve.  E se o método ou o professor não deixa você falar, reclame, mude de escola ou de turma, agora.

  1.  Cobre qualidade da sua escola e professor. Não fique feliz quando o professor falta, quando não dá tarefas, quando fala português ou quando fica no quadro explicando regras gramaticais por 60 minutos. Você não tem tempo nem dinheiro sobrando, o professor já sabe o idioma, então cabe a você acelerar este resultado. Cobre dele, pois certamente você será cobrado, e em breve.

  1.  Não gosta do livro, do professor, do método, mas não pode mudar porque é sua empresa que paga, ou não existe outra alternativa tão conveniente para a sua agenda?  Aprenda mesmo assim.  A responsabilidade é só sua, daqui a três anos você não poderá dizer na entrevista do emprego da sua vida: “sabe o que é? Não aprendi direito porque o livro não era muito bom!” Se você realmente não pode mudar algo, adapte-se e tire o melhor proveito possível.

  1.  Pare de dizer que não tem tempo e encontre alguns minutos por dia para estudar os idiomas que quer dominar.  Ouça, assista, escreva, leia, pratique!

  1. Você está no curso porque gosta do idioma ou porque precisa? Não importa! Por paixão ou por pura disciplina, é possível chegar a ótimos resultados. Desde que haja compromisso.  Mas sabemos que se tiver prazer, fará mais que o mínimo, então dê um jeito de gostar deste aprendizado, usando os idiomas que está aprendendo como meio para se divertir - com filmes, músicas, jogos, conversa com amigos.

  1. Não falte, não se atrase.  Novamente, na entrevista de emprego você não poderá dizer que terminou o avançado, mas na verdade fez menos de 70% do curso porque era muito ocupado. Eles não querem certificado, querem prova da sua fluência, ali, na hora, com você falando.  Então, organize sua agenda, e, mesmo cansado, nem pense em faltar: vá.  E lá, fique inteiro na aula- sem celular ou distrações. Se você se concentrar na aula, o resultado será muito melhor.
 Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, dá uma justificativa. 

E para saber o que NÃO FAZER como aluno, leia : http://www.companhiadeidiomas.com.br/banco_imagens/midia/midia_112.pdf

  Precisa aprender Inglês o mais rápido possível?

Concurso Selfie com seu Professor

24.09.2014 - UNESCO Office in Brasilia

UNESCO lança concurso Selfie com seu Professor

©UNESCO

A homenagem aos professores acontece entre os dias 24/9 e 13/10/2014, pelo Facebook. Os autores das fotos e frases mais criativas serão premiados com tablets.

A fim de celebrar o Dia Mundial do Professor, 5 de outubro, e o Dia Nacional do Professor, 15 de outubro, a UNESCO no Brasil lança o concurso Selfie com seu Professor. Estudantes de todas as idades já podem participar da iniciativa, que acontece no âmbito do tema escolhido internacionalmente para marcar a data em 2014: Desenvolvimento Profissional dos Professores e suas Condições de Trabalho. O concurso, aberto até o dia 13/10/2014, visa a homenagear os docentes nas redes sociais e promover uma reflexão sobre como os educadores podem ser mais valorizados pela sociedade.
Para participar, os interessados devem publicar uma foto selfie com seu professor no Facebook, seja em sua página pessoal (timeline) ou na de um amigo, e escrever uma frase sobre “O que você faria para valorizar o trabalho do seu professor?”. Para garantir que a UNESCO no Brasil veja a publicação, o participante deve marcar a página UNESCO na Rede (tag) e inserir #selfieprofessor.
Os três conjuntos de selfies e frases mais criativos, originais e adequados ao tema serão escolhidos pela comissão julgadora da UNESCO no Brasil e premiados comtablets. O resultado será publicado na página da UNESCO na Rede no Facebook e no website da UNESCO no Brasil no dia 15/10/2014.
 
Leia atentamente o regulamento do concurso antes de participar.

Para download das peças de divulgação, acesse o linkhttp://www1.brasilia.unesco.org/download/Material_Divulgacao_Dia_Professor_2014.zip

23 de setembro de 2014

Professora eleva taxas de alfabetização com novo método


Professora eleva taxas de alfabetização com novo método

Por meio de método que enfatiza a oralidade e o diálogo, a pesquisadora Onaide Mendonça elevou as taxas de alfabetização de escolas municipais em Presidente Prudente
A combinação de princípios teóricos da linguística e da psicolinguística, tomando como ponto de partida as ideias e propostas de Paulo Freire, é o fundamento de um método de alfabetização desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Presidente Prudente, pela professora e pesquisadora Onaide Schwartz Mendonça. A proposta, denominada de Método Sociolínguistico, foi adotada em escolas municipais de Presidente Prudente, com bons resultados: pesquisa realizada com 3,4 mil crianças do 1º e do 2º ano em 2011 e 2012 mostrou que, ao final de um ano letivo, 72,6% dos alunos estavam alfabetizados, proporção que sobe para 87,8% no 2º ano.
Em entrevista ao site de Educação, a pesquisadora conta como percebeu a possibilidade de fazer a junção de princípios teóricos e sua experiência em sala de aula, além de analisar a difusão do construtivismo no Brasil.
O método sociolinguístico resulta da combinação de sua experiência em sala de aula com seus estudos no mestrado e no doutorado. Como a senhora percebeu a possibilidade de fazer essa junção?
Estar à frente de uma sala de alfabetização e não saber por onde começar é desastroso. Dá insegurança e pavor em função da responsabilidade que é ter um número significativo de crianças para ensinar a ler e escrever. Ao conhecer a filosofia de educação de Paulo Freire, bem como seu método de alfabetização e a importância que dá ao diálogo, vi uma oportunidade de trazer a realidade das crianças para a sala de aula e garantir o seu interesse pelo mundo da leitura e da escrita.
Quais foram os pontos de contato entre esses dois universos que deram origem ao método?
Paulo Freire oferece a possibilidade de desenvolver a oralidade e ainda dá conta de ensinar os conteúdos específicos de língua organizando o trabalho do alfabetizador. Assim, verifiquei que se por um lado o construtivismo olha para o indivíduo, por outro, Freire vê a importância da socialização e quer todos os alunos lendo e escrevendo com autonomia, e ainda, capazes de intervir criticamente no cotidiano e no mundo em geral.
Paralelamente, as descobertas construtivistas de Emília Ferreiro nos ajudaram a direcionar atividades adequadas às dificuldades de cada criança para intervir pontualmente a fim de que construam e avancem em seus níveis de aprendizagem.
O que chamou sua atenção na proposta de Paulo Freire e como foi a transposição dessa proposta para a alfabetização de crianças?
O diálogo me chamou muito a atenção, pois envolve as crianças no processo de ensino/aprendizagem dando segurança e liberdade para questionarem o professor, assim não ficam com dúvidas sobre os conteúdos e aprendem a argumentar.
A ficha de descoberta é algo mágico para as crianças porque, ao apresentar três famílias silábicas de uma só vez, amplia rapidamente o repertório de conhecimento delas, o que possibilita que aprendam rápido e com alegria, sentindo-se capazes de descobrir, ler e escrever sozinhas cuja conquista valorizam muito.
A transposição para a proposta de Freire para crianças é extremamente simples, pois é só adequar à faixa etária das crianças o nível de questionamento e os textos a serem trabalhados nas palavras geradoras.
A partir de sua experiência e pesquisas, como a senhora analisa a maneira como se deu a difusão do construtivismo no Brasil?
As pessoas envolvidas com a alfabetização precisam compreender que construtivismo não é método de ensino, mas teoria de aprendizagem. Entretanto, no Brasil, a psicogênese da língua escrita foi divulgada como metodologia. As contribuições dessa teoria podem auxiliar muito a alfabetização desde que utilizadas corretamente, mas não foi o que ocorreu.
As secretarias de educação tentaram estabelecer uma relação entre as descobertas teóricas (os períodos e níveis de escrita) de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky e a sala de aula, mas sob uma ótica equivocada. O problema é a ênfase no letramento, ou seja, os usos que se faz da leitura e da escrita, que, entretanto, as crianças ainda não dominam, em detrimento da alfabetização propriamente dita.
Algumas práticas que se tornaram difundidas acabam tendo o efeito contrário do esperado: ao invés dos alunos ganharem autonomia, o processo acaba ficando centralizado no professor porque os alunos ficam sem elementos para avançar.
Por exemplo, o ensino sistemático com a leitura do alfabeto foi banido, pois sugerem que seja recitado ou cantado. Ora, o alfabeto foi criado pela humanidade para ser “lido”. Para que a alfabetização ocorra de modo eficiente, a primeira providencia é o professor explicitar o que e quais são as letras do alfabeto, sua combinação na produção e leitura de sílabas, palavras e textos. Isso é o básico da alfabetização que foi excluído das propostas oficiais.
Os professores também foram orientados a ler histórias, parlendas, poesias para as crianças e, em seguida, elas recontam o texto que é reescrito pelo professor na lousa. Esse trabalho deve ser feito diariamente até que os alunos decorem a história e a cópia do texto, ou seja, a cartilha foi tão criticada por fazer a leitura mecânica das famílias silábicas e em pleno século XXI os professores têm feito crianças decorarem textos inteiros.
Ler textos para os alunos é indispensável, porém ficar questionando sobre o título, autoria, gênero textual sem fornecer as informações necessárias para que os alunos realmente aprendam a ler e escrever é um tremendo equívoco que resultará na produção de futuros analfabetos jovens e adultos.
Erro semelhante seria limitar o trabalho aos aspectos técnicos da língua e se esquecer de mostrar a função social da leitura e da escrita e os diferentes gêneros textuais. Defendemos que se deve trabalhar tanto a alfabetização como o letramento em sala de aula, pois um complementa o outro para a formação de leitores e escritores autônomos.
Esse cenário só será modificado no dia em que os administradores da educação enxergarem que alfabetização é ensino de língua materna. Para assegurar que o profissional saiba o que está fazendo é indispensável prática, experiência de sala de aula, porque a sala de aula é o diferencial em alfabetização. É nela que se vê o que funciona para solucionar problemas de aprendizagem e se aprende a elaborar as melhores estratégias de ensino que garantem a aprendizagem.
Um discurso frequente na educação é o de que a experiência dos professores deve ser respeitada e aproveitada, porém, muitas vezes, quando alguém que veio da sala de aula se pronuncia de forma contrária às orientações oficiais é desqualificado. Ninguém ensina o que não sabe.
Como vem sendo a aplicação do método sociolinguístico na rede pública de Presidente Prudente?
Nem a secretaria de educação de Presidente Prudente nem os professores estavam contentes com os resultados da proposta que vinha sendo utilizada, por isso nos pediram ajuda.
Os professores sentiam necessidade de trabalhar a sílaba como estratégia que agiliza a aprendizagem das crianças, mas não queriam fazer um trabalho mecânico como o das cartilhas tradicionais. Apresentar as sílabas aos alunos acelera a alfabetização, mas como, em função das orientações oficiais, este trabalho não podia ser realizado, alguns professores o faziam escondido.
Assim, quando tomaram contato com nossa proposta metodológica e sugestões práticas de atividades, enxergaram a possibilidade de realizar um trabalho mais exitoso. Inicialmente, mais da metade dos professores da rede municipal de Presidente Prudente aderiram à proposta.
Uma das dificuldades da implantação da metodologia foi os professores entenderem e incorporarem o diálogo em sua prática. Alguns acham que conversar com as crianças é perda de tempo. Não percebem que o diálogo desenvolve o respeito mútuo, o aspecto cognitivo, valores, além de motivar para a aprendizagem. A maioria já reconheceu a importância e pratica o diálogo.

FONTE:http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/professora-eleva-taxas-de-alfabetizacao-com-novo-metodo-307638-1.asp
Acesso em 23-09-2014 ás 06:34h/min.

Metodologia ou tecnologia

SALVE A PRIMAVERA... QUE VENHA CHEIA DE FLORES E CORES!


Vai até dia 7 de dezembro, no Parque Ibirapuera , a 31ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo.Esta Bienal de 2014, cuja entrada é gratuita, reúne mais de 250 trabalhos de mais de cem artistas de 34 países. São obras de arte contemporânea que lançam olhares críticos sobre a sociedade, ocupando...mais http://ow.ly/BESjs


18 de setembro de 2014

FROTAGEM UTILZANDO BATOM SOBRE OBJETO RÚSTICO



PLANO DE AULA: “Jovens Criadores de Frotagem”

PÚBLICO ALVO: 3ª e 4ª séries do Ensino Fundamental I

FAIXA ETARIA: Pode ser adaptada a todas as idades.

UMA BREVE DESCRIÇÃO DA AULA: No método de Frotagem o artista utiliza um lápis ou outra ferramenta de desenho, e faz uma "fricção" sobre uma superfície texturizada. O desenho pode ser deixado como está, ou pode ser utilizado como base para aperfeiçoamento. Essa técnica foi desenvolvida pelo pintor, escultor e artista gráfico alemão, Max Ernst, em 1925. Ele foi um dos fundadores do movimento “Dada” e posteriormente um dos grandes nomes do Surrealismo.

OBJETIVOS: Levar o aluno á percepção da arte por meio da investigação, curiosidade, motivação e criatividade.

MATERIAIS NECESSÁRIOS: lápis grafite, sulfite, papel vegetal, cartolina, lascas de madeira, toalha de crochê, chaves, giz de cera, caneta esferográfica, lápis de cor, tinta guache, cola colorida, etc. 

PROCEDIMENTOS: 1- Durante a aula anterior o professor de antemão deverá solicitar aos seus alunos os materiais necessários de acordo com a proposta de desenvolvimento do seu trabalho aplicado á técnica de Frotagem. Para essa atividade em especial, solicitará que seus alunos façam uma breve pesquisa na Internet sobre essa técnica, depois transcreva com suas palavras o que entendeu da técnica pesquisada, bem como mencionar a fonte de pesquisa utilizada, e por fim que tragam algumas amostras como exemplos de criação.

2- Discuta com a turma sobre as pesquisas realizadas, questione sobre a técnica, quê outros recursos podem ser utilizados para executar a técnica de frotagem?  Fale sobre o autor da técnica, sua biografia, amostras de suas imagens, e outras que achar conveniente. Pontue as informações exploradas e registre-as.

3- Certifique-se de que todos trouxeram o material necessário, caso haja alunos sem algum material, disponibilize a fim de que não se sintam excluídos da atividade, depois, a parte converse com ele os motivos pelos quais não trouxe os materiais solicitados, pois isso influenciará futuramente na maturação e responsabilidade do aluno.

4- Convide-os a iniciar a atividade lembrando que a participação do professor é o principal vetor de iniciativa e motivação, faça os procedimentos das técnicas passo a passo. São várias propostas de recursos, exemplifique alguns e deixe que eles exercitem a criatividade. A um exemplo: poderá solicitar que friccionem o lápis de cor, ou outro recurso sobre a sola do tênis de um colega para ver o resultado obtido, e de quê forma e cores poderia transformar aquela imagem mais agradável?

5- Compartilhe  as informações e expectativas da atividade realizada com eles e decidam de que forma farão a exposição das atividades.

6- Reveja as antecipações e registros efetuados realizando uma breve análise da atividade com os alunos, faça um feedback final e incentive-os  a outras formas de arte.


AVALIAÇÃO: Antecipação, Socialização, Contínua, Processual e Formativa.


PRODUTO FINAL: POSTERÊS CRIATIVOS





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